Perco as palavras
Versos se esquecem
De existir diante da sua poesia.
Seu riso frouxo
Na cara de séria e grave
De olhar sorrateiro
Como o olhar da mulher amada.
Ah a mulher amada,
Aquela encontrada na aurora
Perdida pela madrugada
Embriagada de beijos sedentos
E olhares macios.
Nada tão cruel e tão prazenteiro.
Nenhum comentário:
Postar um comentário