Como romper o impulso
Que faz parecer o Eu
Aquele que mais importa
Acima do resto todo?
Do Ego inflado vem vindo
A vã centrípeta força
Que deixa pelo caminho
Aqueles que deveriam
Despertar a compaixão.
Faço eu mesmo, por mim,
Aquilo que gostaria
Que para o Outro fosse.
Um dia ainda aprenderei
A dar sem nada querer?
No amor que ofereço
Vai marcado a fogo
Frio, um pedaço
De mim que espero
Que volte maior
Que antes.
Já houve no mundo
Ser, que a si próprio
Deixasse, para ao
Outro se dedicar?
Será isso a santidade
A qual se almeja alcançar?
Nenhum comentário:
Postar um comentário