Quero escrever algo novo
que nunca antes foi lido
pelos olhos dos leitores.
Algo simples como a nuvem
se desmanchando no céu
ou a chuva fina
caindo numa tarde calma.
Quero a pureza hialina
a preencher os meus versos,
tão pura quanto a água
brotando na fonte fria.
Neste poema simples
não vou falar de amor,
não quero nenhuma dor
trespassando por seus versos.
Quero o brilho de uma estrela
ou a palidez lunar
vagando por entre as linhas
escritas em meu caderno.
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