Na dança da solidão
vou dançar sem nenhum par
pois fui eu condenado
a um amor solitário.
Minha paixão antiga
desdenha meus pobres versos,
mas, o que posso fazer
se ela é a dona do meu universo.
Não sofro eu por amar
pois esse amor não me dói,
o que castiga é a saudade
que me lembra que estou só.
Se tivesse eu outro amor
que fosse correspondido
não viveria tão triste,
mas fui eu destinado
a querer quem não me quer.
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