CRUZEIRO DO SUL
De que te vale Ser
Musa, se te manténs
Obtusa
Aos carinhos
que ofereço?
Marias
Vãos desenganos, às
Outras
Mostras
de
Um
Tudo
A mim, negas, pedidos
Feitos nos lábios
Grandes sertões
Veredas de desengano
Vou aos poucos
Te decifrando
Uma cerveja aqui
Um beijo molhado
acolá logo vou, vem
Desamar o que te faz
penar
Apesar do amor, que
houve
Em meus braços
Vai se encantar, sobrevo
ar
Teu martírio
Romper barreiras
Nunca dantes trafegadas
por varões desatentos
de teus sinais
indiscretos
Desejo, nada, segredo,
que reconheço,
Nada de novo
Há, nas ruas das capitais
Repletas de gente
Vazia
Teus mais recônditos
mistérios, Saravá!
aos poucos vou
adentrar
Dane-se o
Mundo
sinceramente me inundo
de esperanças, vou te encontrar
Num bar, numa curva
de Rio
Mais pra Lá do que pra
Cá!
Teu sorriso, Anjo ardente
Entrega todos pudores
Que nutres ao não
Amar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário