Sou aquele que te conhece
Da cabeça aos pés, que apertas
Entre os seus ao dormir, levemente.
És uma pluma, amiga, plumbio
Meu veneno mais desejado
Ao raiar das trevas aurorais.
Quando ressurges de tua
Pequena morte me embriagas
Sobremaneira que me ponho
A sonhar, com futuros mais justos
A todos, com manhãs de sol
Teu sorriso na varanda às 6 da manhã
Tua inspiração de pássaros no varal
Em meio ao dia dublado e engarrafado,
Que enfado, ligas o rádio e toca um fado
Mexicano, regado a tequila, mas, preferes
Um Rum em Cubatão.
Te espero, minha alucinação.
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