Mais que o reacionário,
Me estremece aos olhos
os moderados,
Não abrem o jogo,
Logo
Querem viver das
Benesses Burguesas!
Para mim, são fracos
Infiltrados
Os homens da Delação
Vigiam, nosso segredo,
que agora vêm ao Púlpito
Remendar nosso Passado.
Feitiço voltou,
Ferrado
contra o Feiticeiro
Desmiolado;
pobre Louco,
Desapegado – Radical
Enraizado, no topo do Vulcão
Abrazado.
Faça da vida, Poema Cantado,
Viva, vivas,
Teu prazer, que aos moralistas
Abala.
Para ver em tela Pequena;
as drogam demasiado
Mas, ao vivo: Credo
-Que Pecado!
-Tem que prendê esse mosso
-Olha o Kpeta passando
-Esse aí tem que apagá
-Pelado dentro de casa?
-Onde está o Pudor, Malvado?
-O Homen Nu, Caminhando
Maluco! Exacerbado!
Ninfo vadio estrelado!
Grita ao mundo e aos falsos:
-Moralistas!
Aos olhos dos inimigos
É um desesperado
O quanto Ama da fruta
que para alguns é pecado…
Agora se quer Cantares,
será mesmo engaiolado!
Mesmo daqueles que ama
Nunca é ele escultado…
De Hipócrates se Olvidaram
por um nome de Doutô!
Trocaram o baseado
por agulhas afiadas!
Se ousa se defender
ao chão, pisado escamoteado
de cara amassada, envergonhado
humilhado
Aos Olhos, do público
Só por dizer a Verdade!
Alienados, ofendidos, na Lua
vivem mirados,
Enquanto a terra é ocupada!
Instituições?
Todas desmoralizadas!
Onde está o povo, coitado?
Segue duro Cotidiano
Assistindo embasbacado!
Fi,
ca
sim
por
encanto
.
.
.
.
Nenhum comentário:
Postar um comentário