Outra vez sai o vampiro
pelos becos, para encontrar
o rubro alimento.
Passa por diferentes
olhares indiferentes
conferindo cada um
esperando seu desjejum.
Por entre cruzes e templos
prefere sua sepultura,
se sepulta toda madrugada
esperando a luz lunar.
Não faz preces ao além
aprecia belas Meninas
admira-as por suas retinas,
sonhando subir aos céus.
Pobre vampiro imortal
se asas tivesse alcançaria
pássaros e aviões
mas seus pés são cravados no chão.
Nenhum comentário:
Postar um comentário