Daquela flor que havia em mim
nasceu todo um jardim,
foi só deixar, paciente,
que o sábio passar do tempo
cultivasse esta semente.
Paixão recidiva, nada secreta
misto de simpatia e desprendimento
entrando pela porta aberta.
Soube conter impulsos
ocultos no sorriso,
mas, será que ainda consigo
usar dos mesmos recursos?
Por mais que eu pense: é loucura
não consigo abandonar
a esperança daquela ternura
da menina de olhos de mar.
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