Limpar os rastros
de minha loucura.
Neste mundo de “castos”
renego o que chamam cura.
Há quem viva sem questionar
os limites da sanidade.
Há quem vive de se encaixar
em um padrão normativo.
Eu vivo na insanidade
as vezes cruzando a linha
deixando-me enredar
no meu viver absurdo.
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