sexta-feira, 12 de abril de 2013


Tua ausência, Amiga,
é qualquer coisa de
simples, não dói nem
mata, sustenta o carinho
que a ti entrego, e entreguei.
A distância se configura
um hiato no tempo, vindo
a mim nossas lembranças
no meu amanhecer solitário,
este despertar vago.
A saudade não me dói,
mas, a vontade de teus
beijos me corrói, me
põe em ardência extrema
no desejo de teus braços.
Ah, quem me dera agora
teus abraços, nesta hora
tenho medo de me perder,
te esquecer no primeiro
copo de cachaça.
Mas, eis que a ti
encontro, em meu
desencontro, naquele
bar de nosso re-
encontro, profundo.

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