Sereia, serei isca
Em teu panteão,
Serei Seu, cuidadoso!
A rampa, que não me
engana, na memória
Estava retinta
Olhos nos olhos
São bocas se atraindo
O cosmos sussurra
Já não sei mais
Explicar?
Já todo O eu era teu
Me fazes: toda em Lua
pedindo pedido
inegável, o qual
nego, por ter cuidado!
Dê, pois, Tua fruta macia:
Sorvi do mais puro mel
De joelhos, rezando, Santa
Enquanto o cristo, abatido
Em vigília, Te abençoava.
(Peço escusas se te roubei, em parte, tua inocência)
Minhas sinceras desculpas, peço perdão, novamente.
ResponderExcluirCaso haja reparação, farei isso de bom grado.
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