Para construir novo mundo
é preciso reconhecer
o quanto estamos presos
na estrutura do antigo.
É das entranhas do velho
que irá brotar renovado
um mundo novinho em folha
com novas contradições.
Esgotado o poder do capital
iremos valorizar as pessoas
aqueles que produzem a riqueza
serão detentores da mesma.
Quando nos campos surgirem
milhares de cooperativas
aqueles que produzem o alimento
serão os donos dos produtos.
O trabalho intelectual
não mais servirá ao capital
os pensadores buscarão
para todos a libertação.
A cor da pele será
não mais motivo de exclusão
será mais um atrativo
da diversidade humana.
Independente do sexo
ou do gênero manifestado
todos e todas terão
o mesmo valor social.
Os valores do novo mundo
estão nas entranhas do velho
basta encontrarmos o caminho
que nos leva à Revolução.
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