sábado, 8 de março de 2014

A UM CIUMENTO VIOLENTO

Pra não entrar nessa 
briga, gastarei mil,
e algumas,palavras.

Já que me ameaças, 
diga então que queres,
Um duelo de impropérios.

Proponho uma luta
(não corporal, não sou
covarde, pois sim pacifista)

as armas serão os versos,
trovas até, se quiseres,
violência desconquista
[as mulheres.

Vou dar-te uma bela sova
cantando a bela Dama,
chamando-lhe até a cama

pra provar minhas dentadas.
De costas deitada, vou levá-la
ao delírio, só para o teu martírio.

Sobre mim ela nada sabe,
de ti tem a triste prova
de quereres, em demência,

propiciar-me violência, 
repetindo a ladainha
com essa cara de fuinha.

É de amor que elas precisam,
não de dor desnecessária
pois ambos só se combinam

nas linhas do triste poema.
Toma jeito, meu rapaz,ou,
vai ser passado pra traz.

https://www.youtube.com/watch?v=c81XsrIe334

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