Deixar a poesia fluir
entre meus dedos
marcando de tinta o papel!
Deixá-la fluir pelo corpo
vinda do coração
como o ar enchendo o pulmão.
Tornar cada parte a própria
Poesia, da qual não abro mão.
Da mente parte a ideia
que corre pelos neurônios.
Limpar cada parte do corpo
Deixar delirar a palavra
junto ao pensamento
que voa, ou mergulha
em profunda escuridão.
Por vezes sem métrica
ou rima que a anima
fazendo de mim animal,
vez ou outra irracional!
Da piração também vem
correndo a inspiração
solta-se sozinha
preenchendo outra linha
de pensamentos vagos
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