terça-feira, 21 de junho de 2022

SONETO DE SAUDADES


Oh pequenina Lua

Perdida no céu frequente

Tu que te mostra nua

Em seu mostrar inconsequente


Já nem deves pensar em mim

Em tua cama de jasmim

Logo eu que tanto quis ser

Constante em teu amanhecer.


Te vás dos meus pensamentos

Por mais que eu te expulse

Sonho eu com nossos rebentos


Sei que não me esqueceu

Por mais que meu nome não ouse

Cantar em um canto teu

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